TRATAMENTO QUÍMICO DA ÁGUA DE TORRE DE RESFRIAMENTO DO SISTEMA DE CLIMATIZAÇÃO. Introdução Esta provado que o custo do tratamento químico da água de resfriamento é insignificante, em relação aquele decorrente da substituição de peças corroídas, da perda de eficiência dos equipamentos devido as incrustações, que atuam como isolantes térmicos, ou paradas imprevistas para manutenção corretiva, o que pode significar a paralisação dos equipamentos por tempo indeterminado. Caracterização dos Problemas Entende-se por corrosão a deterioração dos materiais metálicos por fenômenos químicos ou eletroquímicos. Dentre as corrosões eletroquímicas, os casos mais comuns são: CORROSÃO GALVANICA ( provocada pelo contato entre metais dissimilares ), DEZINCIFICAÇÃO, que é uma forma de corrosão do zinco, e CORROSÃO MICROBIOLÓGICA, provocada pela modificação do meio ambiente pelos microorganismos. Este problema pode ser neutralizado pela adição de inibidores de corrosão a água para a formação de um filme protetor. O fenômeno da incrustação é comum em sistemas de resfriamento pois a água circulantes, ao passar pela Torre de Refrigeração, tem o teor de sólidos dissolvidos aumentados, havendo a saturação dos sais e a conseqüente deposição nos equipamentos. Este problemas é neutralizado adicionando-se a água inibidores de incrustações. Desenvolvimento de Microorganismos Os microorganismos normalmente encontrados em sistemas de refrigeração são algas, bactérias e fungos, e estão presentes nas águas de reposição e no ar atmosférico. Finalidades da Proposta A mesma tem por objetivo inicial promover uma Limpeza Química no Sistema de Condensação bem como efetuar posteriormente um Tratamento Químico Preventivo contra corrosão, incrustações e desenvolvimento de microorganismo no Sistemas de Condensação. Numa Torre de Refrigeração, parte da água circulada é evaporada, a fim de que a temperatura da água circulante seja diminuída. Junto com a água evaporada, gotículas de água do Sistema são arrastadas com o vapor, limitando desta maneira o seu ciclo de concentração. Ciclo de Concentração é o número de vezes que uma água se concentra num sistema, limitada inicialmente pelos respingos. A fim de compensar a água evaporada e o arraste, uma nova quantidade de água deverá entrar no sistema, como água de reposição. Muitas vezes, o ciclo de concentração limitado pelo arraste é bastante elevado e, o sais minerais existentes na água poderão provocar corrosão e incrustações no Sistema. Nestes casos, a remoção de uma determinada quantidade de água, denominada purgas, e feita para manter o ciclo de concentração num valor desejado. Purgas no Sistema poderão ser programadas. No primeiro caso, o ciclo de concentração será desejada e no segundo, onde há perda de água por vazamento ou por utilização indevida, o ciclo só poderá ser conhecido pela analise da água de reposição e da Torre. A fim de efetuarmos o balanço dos Sistemas, os seguintes cálculos serão necessários: |
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| Cl = cloretos
Os Cloretos no Sistema correspondem a água que compensa a Evaporação (E), as purgas (P) e o arraste (R). Substituindo na formula (1), os valores acima temos: |
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![]() Simplificando temos: |
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| Quando necessitamos limitar o ciclo de concentração de um Sistema, usando purgas, podemos calcula-las desde que conheçamos os valores de evaporação e arraste:
Da formula (2) podemos deduzir: |
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